Setembro Amarelo

08/09/2017 2 comentários
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Seja solidário. Nunca sabemos o que cada pessoa enfrenta.
Você já foi legal com alguém hoje?
Cada pessoa carrega um universo inteiro dentro de si, muitas coisas podem estar acontecendo internamente.

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Às vezes dói, eu sei que dói. Eu sei que você se esforça todos os dias, eu sei que tem uma luta sendo travada dentro de  você e que é exaustivo. EU SEI, acredito. Mas tenta de novo. Mais uma vez. E depois mais outra. E depois de novo. Não desiste não. Tem muita coisa pra acontecer ainda. É difícil de acreditar, eu sei. Mas tenha calma, por favor.


Pense em todas as coisas boas que existem. Respire fundo. Veja o pôr-do-sol, escute sua música favorita. Tira um dia pra cuidar de si.

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Músicas religiosas que mais tenho escutado

30/07/2017 Nenhum comentário
"Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado." (Lucas 15 : 24)

Ano passado eu participei de um retiro. Esse ano entrei no grupo jovem, no ministério de música jovem e vou trabalhar no retiro do qual participei ano passado. Eu voltei. Estava com saudade de estar sempre presente na igreja. Não lembro ao certo o que me afastou, mas isso não é muito importante agora que eu voltei.

Um dos modos com os quais eu mais me identifico para manifestar a fé é a música. Amo música, amo cantar na igreja, amo muito tudo isso hahaha. Sou católica, então vocês irão encontrar algumas músicas que falam sobre Maria também. Espero que gostem e que essas músicas possam te tocar e fazer bem assim como fazem comigo.

ps.: tem MUITA música de igreja que é super animada, porém, eu quase não as escuto hahahah, então, sim, 99% das músicas abaixo são mais calminhas








Tristeza, permita-se

29/07/2017 Nenhum comentário

Após um ano de terapia (da qual não tenho vergonha de assumir. Sim, eu faço terapia e não tem problema nisso) eu aprendi que devemos abraçar nossos sentimentos. Eu percebi que eu não me permitia sentir a tristeza. Só de pensar em tristeza lembramos de coisas negativas, sentimento ruim, bad vibes, certo? Porém, a vida não é feita apenas de momentos bons, então, por que nos entregamos aos momentos de alegria mas não aos de tristeza?

Obviamente nós temos que buscar o equilíbrio. Não devemos também nos afundar em tristeza, mas devemos nos permitir senti-la. A evitamos muito. Às vezes esquecemos que ela faz parte da vida e não tem nada de errado em se permitir conhecê-la melhor. Foi fácil me entregar a ela. Vi que ela não é de todo mal, apesar de não ser a flor mais cheirosa do jardim.

Meu desafio atualmente tem sido me entregar à alegria. Me acostumei tanto a me entregar à tristeza, que, quando chegam momentos bons e alegres eu não sei como reagir. Buscando o equilíbrio, sempre. Lembre-se disso.


Um vídeo que trata disso (não apenas tristeza, mas, sentimentos negativos no geral) : 



[Fotografia] Moto G5

28/07/2017 Nenhum comentário

Meu antigo celular, um Iphone 4s, se aposentou. Após quase 6 anos de uso, ele pediu arrego. Doeu, doeu bastante, principalmente porque eu não tinha dinheiro para comprar outro com uma qualidade de fotos tão boa.

Como grande fã de fotografia que sou, comecei a procurar celulares com preços acessíveis que possuíssem uma boa câmera. Conversando com uns amigos, descobri que era muito leiga no assunto. Apenas os pixels da câmera não definiam sua qualidade. Abertura de luz (ou algo assim) e muitas outras coisas também influenciavam.

Depois de 2 meses de pesquisa (e de poupança) decidi que investiria no Moto G5. Após 4 anos (o celular era usado, os outros 2 anos de uso não foram meus) utilizando sistema iOS, migrei de volta para o Android. Foi um choque, não vou negar, mas já me acostumei. Agora voltando ao assunto.

Pesquisei bastante até decidir que compraria o g5. Não aprendi ainda como usar todas as funções da câmera direitinho, mas me arrisquei a tirar umas fotos e resolvi compartilhar elas por aqui. Estava com saudades de post fotográficos.

Eu recomendo o celular, acho que o custo benefício é bom. Confesso ser um tanto leiga nessa área, então não sou apta a tais recomendações hahaha. Enfim, vamos ver as fotos?

Todas as fotos abaixo estão sem edição










Timidez não é fofura

24/07/2017 Nenhum comentário


Timidez não é fofura. Sentir o rosto queimar, a boca secar, as pernas tremerem e o coração acelerar não é fofo. Falar baixo, gaguejando e rápido e tendo todas as coisas de sua cabeça sendo apagadas não é fofinho. Sentir-se nervoso na frente de 2 ou 2 mil pessoas não é agradável. Dificuldade em expressar os sentimentos, medo de ser julgada e pavor de ser observada não é gracioso.
Quem nunca se sentiu tímido? Impossível ninguém, na vida, nunca ficar embaraçado quando vai falar com a pessoa que gosta. Até porque você quer parecer uma pessoa inteligente, não quer falar nenhuma bobeira e quer, a qualquer custo, impressionar a pessoa. O coração dispara. Ele bate tão alto que até dá medo da pessoa ouvir. No momento até parece que você fez uma maratona de 30km no deserto do Saara, pois a sua boca fica tão seca que dá para ouvir o barulho do sua língua pedindo água.
Você nunca passou por isso? Pois aguarde, a sua hora vai chegar. Aqui vai outra situação. Já sentiu aquele frio na barriga antes de alguma apresentação do trabalho daquela matéria que você mais precisa de nota? A mão treme mais do que de uma pessoa com parkinson. A sua cabeça gira mais do que quando se tem vertigem. Sem contar o calor de 50°C. O lado de fora da sala pode estar com -20°C, mas com certeza vai ter aquela pizza com cheiro de atum de baixo do seu braço.
Também não sentiu? Parabéns, você é um bichão. Agora quero ver. Aposto que já teve aquele sentimento de inferioridade por todos a sua volta terem a facilidade de puxar um assunto e não deixar ele morrer. Ou sentiu pavor, sim, pavor de ter um simples contato visual ou de apenas olhar para a cara da pessoa que está conversando. Ah, tenho mais uma. Sentir-se um lixo por não conseguir conversar com alguém por mensagem, até porque a pessoa nem vai estar olhando para sua cara. “Ufa! Não vou precisar fazer contato visual.”, você pensa.

Espera. Ainda não acabou. É certeza que você se sente um idiota por ter esses sentimentos. Você se sente uma porcaria por todos acharem que isso tudo não passa de uma “fase” e com o tempo essa “frescura” passa. Você até tenta, mas a sua cabeça continua repetindo: “Você é um fracassado, não deveria nem estar aqui. Você acha que consegue fazer os outros acharem que você tem algo interessante para falar? Acha que você tem conteúdo suficiente em sua cabeça para ter um diálogo descente? Se sim, está enganado. Só vai sair bobagem da sua boca, e talvez, nem sair vai.” e é exatamente isso que acontece. Não sai nada. Você trava, paralisa. Você acaba acreditando. Pior, as pessoas acham isso fofo.

Autora: Thalya A. Coimbra
 
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