Músicas religiosas que mais tenho escutado

30/07/2017 Nenhum comentário
"Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado." (Lucas 15 : 24)

Ano passado eu participei de um retiro. Esse ano entrei no grupo jovem, no ministério de música jovem e vou trabalhar no retiro do qual participei ano passado. Eu voltei. Estava com saudade de estar sempre presente na igreja. Não lembro ao certo o que me afastou, mas isso não é muito importante agora que eu voltei.

Um dos modos com os quais eu mais me identifico para manifestar a fé é a música. Amo música, amo cantar na igreja, amo muito tudo isso hahaha. Sou católica, então vocês irão encontrar algumas músicas que falam sobre Maria também. Espero que gostem e que essas músicas possam te tocar e fazer bem assim como fazem comigo.

ps.: tem MUITA música de igreja que é super animada, porém, eu quase não as escuto hahahah, então, sim, 99% das músicas abaixo são mais calminhas








Tristeza, permita-se

29/07/2017 Nenhum comentário

Após um ano de terapia (da qual não tenho vergonha de assumir. Sim, eu faço terapia e não tem problema nisso) eu aprendi que devemos abraçar nossos sentimentos. Eu percebi que eu não me permitia sentir a tristeza. Só de pensar em tristeza lembramos de coisas negativas, sentimento ruim, bad vibes, certo? Porém, a vida não é feita apenas de momentos bons, então, por que nos entregamos aos momentos de alegria mas não aos de tristeza?

Obviamente nós temos que buscar o equilíbrio. Não devemos também nos afundar em tristeza, mas devemos nos permitir senti-la. A evitamos muito. Às vezes esquecemos que ela faz parte da vida e não tem nada de errado em se permitir conhecê-la melhor. Foi fácil me entregar a ela. Vi que ela não é de todo mal, apesar de não ser a flor mais cheirosa do jardim.

Meu desafio atualmente tem sido me entregar à alegria. Me acostumei tanto a me entregar à tristeza, que, quando chegam momentos bons e alegres eu não sei como reagir. Buscando o equilíbrio, sempre. Lembre-se disso.


Um vídeo que trata disso (não apenas tristeza, mas, sentimentos negativos no geral) : 



[Fotografia] Moto G5

28/07/2017 Nenhum comentário

Meu antigo celular, um Iphone 4s, se aposentou. Após quase 6 anos de uso, ele pediu arrego. Doeu, doeu bastante, principalmente porque eu não tinha dinheiro para comprar outro com uma qualidade de fotos tão boa.

Como grande fã de fotografia que sou, comecei a procurar celulares com preços acessíveis que possuíssem uma boa câmera. Conversando com uns amigos, descobri que era muito leiga no assunto. Apenas os pixels da câmera não definiam sua qualidade. Abertura de luz (ou algo assim) e muitas outras coisas também influenciavam.

Depois de 2 meses de pesquisa (e de poupança) decidi que investiria no Moto G5. Após 4 anos (o celular era usado, os outros 2 anos de uso não foram meus) utilizando sistema iOS, migrei de volta para o Android. Foi um choque, não vou negar, mas já me acostumei. Agora voltando ao assunto.

Pesquisei bastante até decidir que compraria o g5. Não aprendi ainda como usar todas as funções da câmera direitinho, mas me arrisquei a tirar umas fotos e resolvi compartilhar elas por aqui. Estava com saudades de post fotográficos.

Eu recomendo o celular, acho que o custo benefício é bom. Confesso ser um tanto leiga nessa área, então não sou apta a tais recomendações hahaha. Enfim, vamos ver as fotos?

Todas as fotos abaixo estão sem edição










Timidez não é fofura

24/07/2017 Nenhum comentário


Timidez não é fofura. Sentir o rosto queimar, a boca secar, as pernas tremerem e o coração acelerar não é fofo. Falar baixo, gaguejando e rápido e tendo todas as coisas de sua cabeça sendo apagadas não é fofinho. Sentir-se nervoso na frente de 2 ou 2 mil pessoas não é agradável. Dificuldade em expressar os sentimentos, medo de ser julgada e pavor de ser observada não é gracioso.
Quem nunca se sentiu tímido? Impossível ninguém, na vida, nunca ficar embaraçado quando vai falar com a pessoa que gosta. Até porque você quer parecer uma pessoa inteligente, não quer falar nenhuma bobeira e quer, a qualquer custo, impressionar a pessoa. O coração dispara. Ele bate tão alto que até dá medo da pessoa ouvir. No momento até parece que você fez uma maratona de 30km no deserto do Saara, pois a sua boca fica tão seca que dá para ouvir o barulho do sua língua pedindo água.
Você nunca passou por isso? Pois aguarde, a sua hora vai chegar. Aqui vai outra situação. Já sentiu aquele frio na barriga antes de alguma apresentação do trabalho daquela matéria que você mais precisa de nota? A mão treme mais do que de uma pessoa com parkinson. A sua cabeça gira mais do que quando se tem vertigem. Sem contar o calor de 50°C. O lado de fora da sala pode estar com -20°C, mas com certeza vai ter aquela pizza com cheiro de atum de baixo do seu braço.
Também não sentiu? Parabéns, você é um bichão. Agora quero ver. Aposto que já teve aquele sentimento de inferioridade por todos a sua volta terem a facilidade de puxar um assunto e não deixar ele morrer. Ou sentiu pavor, sim, pavor de ter um simples contato visual ou de apenas olhar para a cara da pessoa que está conversando. Ah, tenho mais uma. Sentir-se um lixo por não conseguir conversar com alguém por mensagem, até porque a pessoa nem vai estar olhando para sua cara. “Ufa! Não vou precisar fazer contato visual.”, você pensa.

Espera. Ainda não acabou. É certeza que você se sente um idiota por ter esses sentimentos. Você se sente uma porcaria por todos acharem que isso tudo não passa de uma “fase” e com o tempo essa “frescura” passa. Você até tenta, mas a sua cabeça continua repetindo: “Você é um fracassado, não deveria nem estar aqui. Você acha que consegue fazer os outros acharem que você tem algo interessante para falar? Acha que você tem conteúdo suficiente em sua cabeça para ter um diálogo descente? Se sim, está enganado. Só vai sair bobagem da sua boca, e talvez, nem sair vai.” e é exatamente isso que acontece. Não sai nada. Você trava, paralisa. Você acaba acreditando. Pior, as pessoas acham isso fofo.

Autora: Thalya A. Coimbra

Enem não avalia as capacidades globais do aluno

09/07/2017 Nenhum comentário
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Atualmente os alunos do ensino médio, em especial os que cursam o terceiro ano enfrentam um grande obstáculo em suas vidas, o ENEM. Uma prova que reúne 180 questões de variadas matérias e assuntos que devem ser resolvidas em um curto espaço de tempo, juntamente com uma redação dissertativa argumentativa sobre um dado tema. Para passar na tão desejada faculdade pública, como as federais, é necessário acertar uma certa quantidade de questões que variam de acordo com o número de vagas e de concorrência. Mas eu lhes pergunto, o Enem realmente avalia as capacidades globais do aluno?
De acordo com a constituição brasileira, o sistema de educação deve ser voltada à formação do aluno para o mercado de trabalho e para a cidadania, e o ENEM deveria ser um reflexo deste aprendizado. Mas ele é? Pense um pouco sobre o nosso ambiente escolar, o Instituto Federal, onde possui um ensino diferenciado, que incentiva o aluno a se tornar pesquisador, independente, que sabe lidar e trabalhar com outros humanos e possui diversas áreas de conhecimento. Passamos grande parte do nosso tempo realizando pesquisas, redigindo o que se tornará nossa monografia, realizando trabalhos tanto em grupo quanto individuais, praticando esportes, cumprindo horas de estágio, e mais. Estes nos deixam com pouco tempo livre para realizar atividades de lazer, muito menos para estudar para o ENEM.
Agora imagine que existem muitos outros colégios onde os alunos ficam das 7 da manhã até as 6 da tarde durante três anos estudando para uma única prova, o Enem. Que fazem redações toda a semana, e suas provas são apenas simulados, com questões de vestibulares. Onde os professores não passam os conteúdos que consideram agregar conhecimento ao aluno, mas sim que estará presente no vestibular. Esses alunos, não interagem entre si, a única coisa que pensam é fazer o enem para entrar em uma boa universidade, que sofrem pressão interna e externa para irem bem, que se tornam competitivos, um querendo sobressair o outro. Essa é a realidade de milhares de alunos do ensino médio. Agora eu lhes pergunto, quem sairá melhor no ENEM, esses alunos, ou nós? Mas quem realmente está preparado para viver em sociedade e para o mercado de trabalho?
Nós, como alunos do instituto federal, não temos quase tempo para estudar para o enem, temos muitas outras coisas em nossas mentes, que são de extrema importância, mas que infelizmente não são considerados no ENEM. Irei citar um exemplo para clarificar, o problema que é o ENEM. Vejamos o nosso querido colega de classe, Mateus R., que possui inúmeros projetos de pesquisa, é dedicado, vai bem nas matérias, e como estágio, trabalha em uma empresa onde programa. Mateus quer fazer ciência da computação, e já sabe muito sobre, além de possuir grande facilidade nessa área, devido ao seus conhecimentos prévios. Mateus sabe programar em Java, C, PHP, HTML, sabe fazer aplicativos e sites. Mateus gasta grande parte do seu tempo agregando conhecimento que será muito útil para a sua faculdade e para a vida. Mas devido a isso, Mateus não tem tempo para estudar e se dedicar ao ENEM, e quando a hora de fazer o vestibular chega, pode haver um aluno que pegue a sua vaga por ter mais conhecimentos dos conteúdos presentes no ENEM. Mas quem realmente merece essa vaga? Eu lhes digo, o Mateus, pena que o Enem não preza tais conhecimentos, e sim a habilidade de um aluno memorizar certos conteúdos e saber administrar o tempo para responder cada questão dentro do tempo permitido.
Um aluno que vai bem no ENEM, não necessariamente é um aluno inteligente, uma prova que é igual para todas as áreas de conhecimento não consegue realmente avaliar a inteligência de uma pessoa. Por que um aluno deve saber sobre o nome do hormônio que é produzido pelo pâncreas que regula a taxa de glicose no sangue, quando ele realmente deseja cursar Literatura Francesa? Por que deve saber as imagens de uma lente divergente quando se deseja cursar Psicologia? Porque o  ENEM exige que o aluno tenha conhecimentos profundos sobre áreas que não serão utilizadas em seu curso, faz o aluno estudar durante horas por dia, e quando chega na faculdade, não haver utilidade alguma para esses estudos.
O ENEM, é só uma prova, e ele involuntariamente molda toda uma sociedade. Talvez já deve se deparado que muitos alunos acabam saindo do IF por não ter tempo para focar no vestibular, como também muitos pais que pressionam o filho para estudar para o mesmo, pois filho inteligente é aquele que vai bem no ENEM. Milhares de ensinos médios mudando seus métodos de ensinos para que os alunos atinjam uma boa pontuação no vestibular, e não necessariamente se tornem um bom cidadão. Enquanto o Instituto prepara os alunos para a vida por exemplo, muitas outras escolas preparam o aluno apenas para o vestibular, que julgam ser prioridade. O ENEM deveria ser fruto dos aprendizados obtidos na escola, mas na atual sociedade, em que os papéis foram invertidos, ele  molda a forma de ensino nas escolas e como a população pensa.
O método de avaliação do aluno para a sua entrada nas faculdades públicas deveriam ser diferentes, aplicando provas específicas para cada área, exigir que o aluno tenha conhecimentos gerais, mas não o aprofundamento deles, levar em consideração o currículo do aluno, suas conquistas, notas, habilidades e possibilidades. Cada aluno possui sua inteligência e capacidade, mas como Einstein já dizia: “Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que é estúpido.”. O ENEM faz isso com milhares jovens, julga o burro e o inteligente, os futuros universitários baseados em uma medíocre forma de avaliação. Quantos talentos foram perdidos nesse processo? Se realmente houver mudanças, os alunos terão uma chance justa de uma faculdade e os ensinos médios e a sociedade prezariam mais na qualidade e futuro dos alunos, do que uma simples nota.

Autora: Zara Marks
 
Desenvolvido por Michelly Melo.